Sou uma delas que segue a Jesus
29/7/2010 23:26:17
“Quizá te busquen porque naciste, quizá te midan por mujer.
Quizá te acosen porque creciste, quizá te odien por mujer.
Pero no dejes de ser la niña que abraza todo lo que hay en si.
Pero no dejes de ver el mundo como un espacio por compartir…”
Pedro Guerra
Para começar,
discutir o tema da relação homem-mulher na Igreja e as implicações para a missão constitui uma questão aberta, com a possibilidade de enfocar diferentes perspectivas. Estamos falando de realidades que se vivem num entrecruzamento entre a cultura, a interpretação das Escrituras e padrões herdados por diferentes comunidades cristãs que, ademais, devemos situar social e geograficamente. É um tema que não se pode generalizar, mas é cada vez mais importante dialogar e refletir a partir de nosso contexto atual. (1)
Neste artigo, tentarei fazer um rápido percurso pelo tema dos estudos de gênero e pelas alternativas para conceber as mulheres em sua própria historicidade, pelo menos para nos contextualizar. Comentarei alguns ensaios (2) que buscam reivindicar o papel da mulher na Igreja atualmente e sua interpretação sobre algumas passagens bíblicas, e também usarei a minha própria experiência e reflexão ao compartilhar estudos bíblicos — com mulheres — onde Jesus se relaciona com elas em sua época (3). Este texto tem o propósito de animar para o diálogo sério e comprometido sobre o papel que ocupamos na Igreja e na missão, e estimular a que como indivíduos e comunidades de cristãos e cristãs possamos caminhar juntos, conscientes do nosso contexto e buscando ser fiéis a quem nos chamou ao seu Reino de Vida. Além disso, devemos refletir, escrever e articular nossas próprias posturas, leituras, perspectivas e experiências na nossa caminhada cristã. De minha parte, estou mais consciente das limitações desse artigo do que de seu possível alcance, mas devemos começar por algo. Então, aqui está um...
esboço sobre os estudos de gênero
para nos situar no tema, ainda que seja necessário decidir ou sugerir um ponto de partida. Por exemplo, a antropologia foi um instrumento ao qual as feministas (4) recorreram para buscar resposta à “dominação” do homem, e foram os estudos de gênero que se dedicaram a definir, articular e indagar sobre o conceito referido, sobre a feminilidade, a masculinidade (5), as relações entre ambos, etc. Dentro do campo de estudo da antropologia, estas pesquisas ocuparam um papel importante, sobretudo pelo contexto social no qual se desenvolveram. A mesma atenção prestada nas mulheres por parte de outras ciências e disciplinas tem a ver com esta conjuntura do movimento social pela igualdade de direitos para ambos os sexos em alguns países do Ocidente, a incorporação da mulher no mercado de trabalho, e por outro lado, a crise dos paradigmas que impactou as ciências sociais — e a teologia — levaram a formular novas perguntas, utilizando novos métodos e técnicas.
Como bem sabemos, a antropologia está interessada em compreender o homem em todas as suas manifestações e considera tanto o natural como a cultura que se sobre-impõe à natureza. No caso do sexo e gênero, podemos começar definindo que o sexo tem a ver com as divergências físicas entre o homem e a mulher, onde há características primárias (dos órgãos reprodutores) e secundárias (de aparência) que são determinados pela diferença cromossômica (6). Mas quando falamos de gênero, estamos na verdade nos referindo aos atributos que certa cultura estabelece para a mulher e para o homem em relação com os papéis e o mesmo significado do que é ser homem ou mulher. O gênero, segundo a antropologia, é algo que o humano mesmo articula de acordo com o grupo social, influenciado por fatores econômicos, políticos, religiosos etc.
“A masculinidade e a feminilidade se constroem culturalmente. Este foi a descoberta das feministas políticas e teóricas da ‘segunda onda’, que demonstraram com suas teorias sobre a construção social do gênero que, contrariamente ao que se pensa, o feminismo não é uma luta contra o homem, nem muito menos inveja dele!”(7)
Se “descobre” o gênero a partir das inquietações do movimento feminista, quando se tenta ir contra os tabus manifestados na história e compreender realmente a origem e a razão da dominação do homem.
O movimento feminista deu a pauta para esta investigação sobre os papéis na antropologia e concebeu propostas no seu afã de se liberar da dominação “universal”. Foi dentro da formulação da teoria feminista que surgiram os estudos de gênero e estas “descobertas” também afetaram as concepções sobre o papel da mulher dentro da Igreja, questionando os padrões culturais hierárquicos e patriarcais. Neste contexto se inscrevem as novas perguntas e a busca para entender o lugar da mulher ao final do século XX e no XXI. É neste mesmo ponto que passamos a observar
o papel que desempenham as mulheres na Igreja,
com uma melhor compreensão do momento no qual nos encontramos há algumas décadas. Considero que o relevante nos estudos de gênero para o discipulado cristão é a possibilidade de reconhecer que os valores culturais atribuídos ao papel de homem e mulher não são “atribuídos” por Deus mas que foram construídos culturalmente. Isto é libertador porque, então, abre a possibilidade a uma releitura das Escrituras a partir de uma nova realidade para descobrir novas formas de entender a relação homem-mulher e o papel que a mulher tem na missão cristã. Obviamente que não depende de apenas um indivíduo mas nesse processo de reinterpretação e busca por novos caminhos para a mulher na missão, transitamos do reconhecimento da marginalização para alcançar uma verdadeira transformação. Finalmente, as mulheres já participam ativa ou passivamente da vida na Igreja e não se trata apenas de incorporá-las; é necessário rediscutir os usos do poder nas estruturas eclesiásticas, refletir e fundamentar a participação feminina ao lado da masculina (8). Devemos propor, debaixo da orientação do Espírito Santo, novas formas de exercício do poder de acordo com o modelo de Jesus baseado no servir e não no dominar. Sendo todos irmãos e irmãs, devemos desenvolver modelos horizontais e não estruturas verticais onde uns se constituem na única voz de Deus para exercer autoridade sobre outros e sobre elas.
A luta principal neste campo é conseguir uma transformação nas formas de fazer teologia e de ser igreja, onde se incluam as vozes e perspectivas das mulheres. Mas além do fazer teológico formal está a prática diária com a qual a teologia dialoga — ou deveria fazê-lo — e a maneira como abrimos esses espaços a uma “perspectiva de gênero”. Por essa razão, creio que os esforços do feminismo teológico são válidos na medida em que incluem esta perspectiva no fazer teológico que também se abre para considerar a experiência das mulheres e a forma como as Boas Novas de Jesus podem de verdade ser notícias de vida. Nancy Bedford, em seu livro La Porfía de la Resurrección, explica a necessidade de que as Boas novas e o seguimento de Cristo se rearticulem à luz do que significa ser mulher hoje. Por isto, creio que não podemos falar do lugar da mulher na Igreja no vazio, sem considerar com quem estamos dialogando.
Em um artigo sobre a luta pela aceitação e o reconhecimento das mulheres dentro da Igreja Presbiteriana (9), de Salatiel Palomino, podemos ver um pouco da atuação de muitas de nossas igrejas evangélicas que, ainda que com diferentes posturas, mantém e, algumas vezes, promovem o machismo. Começa relatando algumas histórias onde elas são humilhadas — algumas vezes por elas mesmas — por meio de suas concepções de superioridade do homem e a impossibilidade de sequer se aproximar do púlpito. Ele explica a luta que existe dentro desta igreja na busca por reconhecimento da liderança e ordenação de mulheres como ministras, ainda quando elas têm papéis protagônicos nas congregações. Creio que um artigo como esse pode representar um pouco da situação no interior de nossas igrejas, e mesmo quando algumas permitem a ordenação feminina e promoveram a educação de meninas e mulheres desde o século XIX, como é o caso da Igreja Metodista do México (IMMAR), desejamos que continue a transformação. Porque mesmo nestas congregações com maior reconhecimento para o trabalho da mulher necessitamos confrontar nossos conceitos à luz de Jesus, sua vida, morte e ressurreição.
Em entrevista a Nelly Garcia, obreira pioneira da Comunidade Internacional de Estudantes Evangélicos no México e na América Central, ela me dizia a respeito de alguns desafios de ser mulher e fazer missão naqueles anos de 1960. Desde viajar grandes distâncias sozinha, não ser casada, ensinar a homens e mulheres igualmente e ser profissional dedicada ao trabalho missionário, eram coisas facilmente criticadas. Hoje, as coisas realmente mudaram e sei isso porque tenho a alegria de poder servir em tempo integral na obra estudantil como assessora (10), ter espaços para expressar minhas opiniões, defender ideias e até pregar em algum domingo. Privilégios que tenho porque outros e outras lutaram antes. Mas a questão permanece: se realmente as mulheres sempre tiveram um lugar fundamental nas igrejas e na missão como professoras, pregadoras, missionárias, mães e esposas, os espaços para sua participação e para que suas vozes e necessidades sejam escutadas parecem “lugar de homens”.
Não é necessário muita análise para nos darmos conta que ainda quando elas trabalham arduamente, muitos espaços não se abrem para sua participação, principalmente nas equipes de liderança ou daqueles que tomam as decisões. Com isto não quero dizer que toda mulher busque essas posições nem que seja necessário estar aí para trabalhar ou influenciar os outros. Mas é um reflexo de como o poder está monopolizado por homens, reduzindo a oportunidade para que as vozes femininas, suas perspectivas, experiências e necessidades sejam escutadas seriamente. E mais ainda, em uma sociedade patriarcal e autoritária, dominada pela ideia de caciquismo, a Igreja parece perpetuá-lo, enfatizando a imagem do homem como “cabeça”, sabendo bem como isso justifica o abuso de poder dentro do lar, do qual muitas são vítimas. E então…
o que fazemos?
Por um lado, é importante retomar alguns argumentos, “intuições hermenêuticas”(11) e ponderações que outros já elaboraram. Lindy Scott, nos anos 1980, apresentou (também na FTL) uma palestra sobre as mulheres na Igreja e colocava o tema sobre a mesa. Seu trabalho exegético apresenta um estudo da passagem da 1ª. Carta de Paulo a Timóteo 2:9-15. Esta passagem é uma das mais citadas para argumentar contra a participação ativa das mulheres nas congregacões. Entretanto, através de uma cuidadosa pesquisa no idioma original da carta mas sobretudo da observação do seu contexto, se entende melhor a razão pela qual Paulo está escrevendo assim. Em Éfeso, onde se encontrava Timóteo, era necessário combater uma heresia, onde algumas mulheres haviam sido enganadas e participavam dela. Portanto, não podemos dizer que a recomendação de Paulo é universal — “A mulher deve aprender em silêncio, com toda a sujeição. Não permito que a mulher ensine, nem que tenha autoridade sobre o homem. Esteja, porém, em silêncio”— mas circunstancial; devemos olhar o contexto com cuidado.
Existem outras passagens, por exemplo, Gálatas 3:28 (“Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus”) que é uma declaração universal e fundante da fé, sobre a nova realidade em Cristo. O propósito original de Deus para sua criação é restituído e reconciliado em todas as dimensões. O relato de Gênesis sobre a criação do homem e da mulher à imagem de Deus dignifica, enquanto que sua desobediência produz consequências e entre elas o domínio do homem sobre a mulher. Mas em Cristo, o propósito de Deus se re-cria e a harmonia nas relações é possível (Deus-humanidade, mulher-homem e humanidade-criação). Já não existe diferença racial, de classe nem de sexo. Segue a mesma pauta dos paradigmas que Jesus rompeu no seu ministério, relatados claramente nos evangelhos com a samaritana, a siro-fenícia, a do fluxo de sangue, a viúva que perde seu filho, a surpreendida em adultério, suas amigas íntimas Maria e Marta, entre outras. E a pergunta permanece: Por que a incongruência entre a ação da Igreja e o exemplo de Cristo, que não age segundo as normas culturais e chama de “filha” a uma siro-fenícia?
Portanto, o desafio é deixar que a Palavra renove nossa mente e não nós a impor nossos preconceitos. Dessa maneira, devemos reconhecer o lugar a partir do qual lemos ou estudamos as Escrituras e, em contextos como o nosso, temos que nos arrepender do machismo ou feminismo que é excludente. Elsa Tamez propõe o seguinte: “Homens e mulheres devemos desconstruir nossas identidades impostas por esta sociedade, portanto falsas, e reconstruir juntos e juntas uma nova identidade masculina e feminina, com novas bases antropológicas”(12). Isto implica muitas coisas, mas só no seguimento de Cristo, aquele de quem nos dá testemunho as Escrituras, e sob a direção do Espírito Santo, podemos edificar o Reino de Deus com os novos valores sob os quais foi estabelecido.
Creio, como outros já propuseram, que devemos abrir os espaços para que as mulheres pensemos como mulheres, e sigamos a Cristo como somos. Entretanto, isto não é fácil porque deixar que elas tomem a Palavra nas congregações vai contra a cultura patriarcal e autoritária, na qual o estudo da Bíblia está limitada aos “profissionais”. Mas estamos perdendo muito ao não deixar que a metade da Igreja expresse a Palavra, dialogue com ela, a exponha e a apresente com seus olhos e experiência aos irmãos que também necessitam escutá-la. Para mim, a oportunidade de compartilhar as Escrituras com outras mulheres tem sido especial. Porque descobrimos nossa maneira de ser discípulas, em nossos lugares, com nossas perguntas, nossos corpos e lutas. Tenho visto o que a Palavra faz quando deixa de ser letra e vivifica, mas isto é possível quando essa Palavra é considerada, explicada em comunidade e relacionada com o cotidiano.
Descobri o que significa ser mulher cristã ao ter a ocasião de crescer como seguidora de Jesus, conhecendo-o, sendo confrontada por ele também através de como outros e outras o vêem ao abrir a Palavra em comunidade e expô-la. Este tema é parte também de minha trajetória ao tentar entender o meu lugar como mulher jovem dentro da Igreja de Deus e na missão, realidade que também me desafia a retomar perguntas e responder: De que maneira o evangelho de Jesus é boa notícia para as mulheres hoje? Como Jesus transforma e transformou a realidade das mulheres na história? Como, da minha trincheira como profissional, obreira estudantil, amiga, filha, irmã, leitora e blogueira, posso ser portadora destas boas notícias de Jesus para todas e todos? Onde não se exclui ninguém, onde a experiência de conhecer a Jesus não se limita a uma só vivência, em um só lugar, debaixo de uma só condição, e onde ser mulher também é importante. Onde descobri-lo é parte de nos reconhecermos como sua criação, amadas por Ele.
Será que o evangelho que anunciamos segue sendo boa notícia para todas as mulheres? Há tanto para nos despojar, tantos padrões culturais para transformar, tanto que aprender de Jesus que não deixou que o sistema do mundo lhe definisse a agenda nas suas relações com crianças, mulheres, fracos... Como Igreja, temos essa tarefa também, de ser voz profética, mostrando ao mundo como são as relações no Reino de Deus e denunciar com nossas vidas e palavras o que não produz vida. Que outros e outras conheçam a Jesus também por mulheres livres, com paz e alegria, que têm visto o Cristo ressuscitado, e que sua relação com ele as transformou para sempre. Isso não nos exime da dor, mas nos permite ver e compreender diferente; faz-nos lutar e sofrer pelo que vale a pena. Leva-nos a lugares espinhosos, onde não nos conformamos com o que os outros dizem sobre nós mesmas porque, ao final, o que importa é que Jesus também nos criou, se encarnou, entregou e ressuscitou por nós. E não só isso: falou conosco, se fez nosso amigo, nos acompanhou, nos reivindicou, curou, revelou-se e se manifestou a elas, de outra época, que pode bem ser a nós, hoje.
Notas:
* Texto apresentado ao núcleo da Fraternidade Teológica Latino-Americana de Tijuana, México.
(1) Este artigo representa uma primeira aproximação minha ao tema. Os textos revisados são principalmente trabalhos exegéticos que discutem algumas propostas a favor da igualdade da mulher na Igreja e alguns estudos de caso.
(2) Luis Scott, Las mujeres y la Iglesia y 1 de Timoteo 2:9-15, (México: Kyrios, 1988); Catalina F. de Padilla y Elsa Tamez, La relación hombre-mujer en perspectiva cristiana, (Buenos Aires: Kairós, 2000); Nancy Bedford, La Porfía de la Resurrección, (Argentina: Kairós-FTL, 2009); “Women and Mission, Bible and Mission” em Edinburg 2010: Witnessing to Christ Today, (Oxford: Regnum, 2010); “Latina Women and Immigration” de Elizableth Conde-Frazier em Journal of Latina American Theology: Christian Reflections from the Latino South, (vol.3, no. 2, 2008); Victor Rey, “Biblia, Mujer y Género” em Misión y Vida en América Latina Hoy, (Chile: CREE, Visión Mundial, 2002).
(3) Há um ano aproximadamente começou um grupo de estudo bíblico com mulheres jovens (23-27 anos) em Tijuana, do qual faço parte. A maioria vem de um contexto católico atuante, mas pelo menos eu venho do contexto evangélico. Ao começar as reuniões, tivemos uma série de 10 estudos sobre encontros de Jesus com mulheres nos Evangelhos, posteriormente estudamos Rute e agora o Evangelho de Marcos.
(4) Quando utilizamos o termo feministas nos referimos ao movimento social, principalmente estadunidense na luta pelos direitos civis e a defesa pelo tratamento igualitário como ato reivindicatório, sem necessariamente mostrar uma hostilidade contra o homem.
(5) Posteriormente se explicará que estes conceitos de feminilidade e masculinidade são construções culturais.
6 Conrad Phillip Kottak, Antropología cultural, 11va ed. (España: McGraw Hill: 2006), 212.
(7) Rubí de María Gómez Campos, El Sentido de sí. Un ensayo sobre el feminismo y la filosofía de la cultura en México (México: siglo xxi editores), 1-2.
(8) Nancy Bedford, 60.
(9) Salatiel Palomino López, “En busca de aceptación y reconocimiento. La lucha de las mujeres en el ministerio.” em Lupa Protestante, (30 de junho, 2010), http://www.lupaprotestante.com/index.php?option=com_content&task=view&id=2182&Itemid=129
(10) Compañerismo Estudiantil [movimento irmão da ABUB no México] usa o termo “assessor” ou “obreiro” para se referir aos profissionais que trabalham na formação, acompanhamento e trabalho missionário dentro das escolas.
(11)Victor Rey menciona assim a sua aproximação à passagem do evangelho de João, que relata o encontro de Jesus com a mulher samaritana, para falar sobre a mulher na igreja e a evangelização em culturas oprimidas.
(12)Elsa Tamez, 43-44.e
Foto: Mulheres Protestando (Di Cavalcanti - 1941)
(Tradução de Flávio Conrado)

1 Comentário(s)
1/8/2010 21:55:38 Sarah de Roure Alejandra organiza nesse artigo alguns elementos fundamentais para pensar as relaçoes de poder no interior da Igreja. Mais do que um assunto das mulheres repensar e reorganizar os poderes exercidos desde o púlpito é fundamental para uma comunidade Cristocentrica disposta a confessar seus pecados e se fazer nova em Jesus.